Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

 

  1. Israel irá participar no Festival de Cinema Gay deste ano com 3 filmes.
  2. A Embaixada de Israel em Portugal associou-se ao acontecimento.
  3. Estes meninos acompanhados destas meninas decidiram juntar-se a uma série de "activistas" para boicotar o apoio da embaixada do único país do médio-oriente onde os gays gozam de liberdade e não são sumamente executados pelo simples facto de o serem.

 

Eu proponho que a parada gay deixe de se fazer em Tel-Aviv e passe a fazer-se em Gaza... pode ser que corra bem!



publicado por Marco Moreira às 18:46

Os blogs "A Origem das Espécies" e "Albergue Espanhol" acabam de 'postar' o seguinte comunicado da responsabilidade da Sextante Editora:

 

«Manuel Maria Carrilho acaba de ser demitido das suas funções como Embaixador de Portugal na UNESCO, devido à publicação do livro "E AGORA? Por uma nova República", que a Sextante Editora acaba de publicar. Neste livro, o autor analisa a situação económica, social e política portuguesa e avança com diversas propostas, defendendo uma visão do País e do seu futuro centrada na urgente qualificação do território, das instituições e das pessoas que lance as bases de uma Nova República»

 

O jornal Expresso entretanto coloca a seguinte notícia:

 

«Manuel Maria Carrilho termina funções como representante de Portugal na UNESCO, sendo substituído pelo embaixador Luís Castro Mendes, no âmbito da rotação diplomática deste ano, disse à Agência Lusa fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros. O ex-ministro da Cultura foi nomeado para a organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura em abril de 2008, com sede em Paris. Para o lugar vai agora Luís Filipe Castro Mendes, até agora a chefiar a embaixada portuguesa em Nova Deli. Da rotação diplomática agora anunciada consta também a proposta de nomeação do atual diretor-geral de Política Externa do MNE, Nuno Brito, para a chefia da embaixada portuguesa em Washington, de onde sai João de Vallera para a embaixada de Londres»

 


Nota pessoal: Importam-se de repetir?!



publicado por Marco Moreira às 15:46
Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010

Numa fase em que os portugueses tentam lidar com a intromissão do estado nas sua vidas, regulamentar parece ser a palavra de ordem nas mentalidades socialistas. Esteja presente no pão que comemos, esteja na educação sexual dos nossos filhos, este fenómeno veio (ao que parece) para ficar. As responsabilidades pessoais ficam para segundo ou terceiro plano, onde jaz a meritocracia há muitos anos.

 

O exemplo americano é extraordinário. Barack Obama é por muitos dos seus adversários apelidado de socialista. Algo que tendo a discordar. Mas será que a primeira-dama nutre uma maior admiração por esta forma de governo?

 

 

 

 

Tenho de admitir que deverá ser bastante complicado ser primeira-dama americana. A constante pressão dos média no sentido desta "apresentar serviço" aliada ao facto de ter sempre as prioridades filantrópicas debaixo de olho, não é brincadeira de crianças. Mas Michelle, preferiu arriscar, pela saúde das crianças americanas e seus pais que tendem a ser cada vez mais pesados. Michelle desafia os restaurantes a terem menus pouco calóricos, com pouco sal e pouca gordura. Michelle desafia ao fim ao cabo, a falência de uma das grandes indústrias empregadoras do seu país. A indústria do fast-food.

 

É certo que há valores maiores que os valores económicos e a saúde é sem sombra de dúvida um deles, mas parece-me pouco coerente que se regule a comida que ainda podemos escolher e se liberalize o consumo de drogas leves (e outras menos leves), como a pouco e pouco vários estados americanos têm vindo a fazer.

 

O desafio de Michelle não tem nada de filantropista. Persuadir os americanos a "comer saudável" parece-me óptimo, ainda que para o fazer, a primeira-dama e sua equipa de campanha custe aos cofres do estado milhares de dólares. Dúvidas houvesse, a desculpa da filantropia acaba no momento em que o Senado passa um documento de 280 páginas, apresentado pela mesma e respectiva equipa, que consiste em activamente persuadir as cantinas escolares a seguir um programa, com prémios para os melhores desempenhos. Isto é, chantagear a escolas democraticamente.

 

Nessa altura, caso o programa "Healthy Hunger-Free Kids Act" seja implementado irá custar, para além de mais um pouco da liberdade dos americanos, milhares de milhões de dólares. Tudo porque Michelle quer trocar batatas-fritas por cenouras na dieta dos americanos.


publicado por Marco Moreira às 13:17
Segunda-feira, 07 de Junho de 2010

 

Seja qual for a opinião relativamente ao casamento gay, estou certo que a maioria das pessoas concorda que os gays costumam ser os sujeitos mais bem-vestidos ou, pelo menos, com maior noção de moda… não se trata de discriminação positiva: é um facto que se aplica a generalidade. Mas quando hoje vi as notícias do primeiro casamento gay em terras lusas só fiquei chocado com uma coisa: com o tailleur das noivas!



publicado por Marco Moreira às 09:20
Quarta-feira, 04 de Novembro de 2009

 

Enquanto Judeu, um crucifixo "não me aquece, nem me arrefece". Não o vejo como símbolo de terror do passado inquisitorial da Igreja, nem como símbolo de salvação teológica. Vejo-o sim como um símbolo importantíssimo para um grupo religioso chamado Cristãos.

 

Somente a estes o símbolo poderá ter importância particular relevante. No caso, este será um símbolo de gratidão e de lembrança pelo martírio daquele que os Cristãos entendem por Salvador.

 

Pessoalmente, a única importância que reservo a este símbolo é que, como todos os outros símbolos religiosos, é ele próprio um símbolo de liberdade religiosa e de tolerância entre as nações. Proibí-lo é reduzir o crucifixo a outros, declaradamente usados para o mal, como a suástica nazi, por exemplo. - não confundir com a suática jainista (similar na forma, mas diferente)

 

Baseado nesta concepção de liberdade custa-me conceber a atitude do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, apesar de algumas posições anedóticas que a tempos nos vai habituando. A única intolerância que podemos ter é pela violência, pelo terror, pelo totalitarismo, pela fome e outros males que tais. Intolerar um símbolo religioso é intolerar o nosso próximo, logo intolerar a Humanidade. Os ateístas aplaudem a "lei" baseados numa espécie de vingança póstuma aqueles que usaram a religião para violentar inocentes. A estes resta-me dedicar-lhes repúdio e desprezo e lembrá-los citando Joseph Roth que:

 

«Não existe nobreza sem generosidade, assim como não existe sede de vingança sem vulgaridade»



publicado por Marco Moreira às 10:36
Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

 

© Carlos Jarnac

[ via CACHIMBO DE MAGRITTE ]



publicado por Marco Moreira às 17:03

Baseado numa história verídica. Este pequeno clip foi criado pelo governo da República da Macedónia (Ministério da Educação e Ciência). A campanha tinha como alvo promover a educação religiosa. O mote: "Religião também é conhecimento"

 



publicado por Marco Moreira às 14:41
 
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 Ilustração de Pedro Vieira

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