Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010

O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo
que as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que Somos a nova política.

 

↑ agora leia de baixo para cima ↑


sinto-me:

publicado por Marco Moreira às 13:11
Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010

 

[ via Facebook ]


sinto-me:

publicado por Marco Moreira às 18:32
Sexta-feira, 08 de Outubro de 2010

Por variadas vezes ouvimos falar nos limites do humor. Devem existir ou não? Onde residem esses limites? Como ser coerente a aplicá-los... Eu costumo dizer que o bom senso é o melhor conselho apesar de reconhecer abstratismo no real sentido do termo e que o único limite estabelecido é de quando o "humor" deixa de ter graça!

 


Temas: ,
sinto-me:

publicado por Marco Moreira às 11:10
Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

 

Rodrigo Tomas LaLaLa em resposta a ISTO



publicado por Marco Moreira às 11:06
Terça-feira, 21 de Setembro de 2010

 

Fiquei a saber da mensagem de boas-vindas da Ministra da Educação através da paródia feita hoje no "Portugalex" da Antena 1. Isabel Alçada decidiu passar para o écran da TV algo que poderia ter título idêntico ao volume n.º 39 da Colecção "Uma Aventura" da qual é co-autora.

 

Apesar de ter à partida a minha solidariedade, por saber bem dos constrangimentos que a caixa mágica nos pode proporcionar no futuro, não deixo de admitir que a forma como a sra. ministra aborda os "pequenitos" é hilariante. Dá a sensação que ser "pequenito" é sinónimo de ser acéfalo ou (D'us me perdoe) débil mental.

 

Entre uma ou outra calinada gramatical (que todos fazemos, mas dificilmente admitimos a quem está à frente do Ministério da Educação) de salientar também o olhar ziguezagueado devido à leitura do teleponto. A sensação de estrabismo é fantástica. Para a próxima é melhor pedir umas lições a Barack Obama.



publicado por Marco Moreira às 13:18
Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

 

© Carlos Jarnac

[ via CACHIMBO DE MAGRITTE ]



publicado por Marco Moreira às 17:03
Sexta-feira, 09 de Outubro de 2009


Herta Müller & Barack Obama

Vencedores deste ano do Prémio Nobel da Literatura e da Paz, respectivamente

 

Depois do anti-semitismo, já aqui referenciado, destaco mais dois cadeaux surprise com que o norte da Europa nos vai fazendo o favor de brindar. Não me cabe a função de avaliar os critérios (!) com que a Academia de Sueca se rege para denominar os vencedores do prémio da Literatura e da Paz, mas parece-me que cada vez mais o dito 'critério' é mais um produto de caprichos pseudo-intelectuais.

 

Na Literatura, Philip Roth continua a manter-se esquecido nos juízos do comité, enquanto que na Paz, o facto de Obama prestar vassalagem a regimes totalitários parece ser suficiente, já que, sendo Presidente dos EUA e não declarar guerra a ninguém já é digno de apreço global... Sei que pareço redutor, mas lembrem-se que Saramago (sem pontuação) ganhou o da Literatura e Arafat (de arma no coldre) ganhou o da Paz.

 

Para mim, os Nobel hoje em dia valem pouco ou nada, mas para aqueles que continuam a acreditar na meritocracia nórdica, a Academia deveria ter um pouco mais de respeito e não se nivelar pelo rídiculo, em estilo "Razzies".



publicado por Marco Moreira às 16:23
Terça-feira, 15 de Setembro de 2009

Embora retenha na memória alguns sketches hilariantes dos quarteto humorístico Gato Fedorento, não posso garantir que seja o meu tipo de humor preferido. Talvez por isso, o 1.º episódio do seu novo programa me tenha passado despercebido apesar dos constantes anúncios nas redes sociais da web, para além dos enormes placardes em estilo político que 'Os Gatos' decidiram caricaturar utilizando o fundo de imagem dos dois principais partidos.

 

 

Algo que poderá também ter pesado neste meu esquecimento é a figura do convidado estreante do «Esmiuça os Sufrágios». Apesar de não desprezar Sócrates fora do fato de Primeiro Ministro, confesso que não lhe reservo grande margem para o humor. Fiquei particularmente constrangido quando este tentou fazer uma piada num programa da SIC que mostrava os políticos numa dinâmica mais informal, tentando retractar o seu dia-a-dia. Enquanto desdenhou o humor brejeiro, tentou algo requintado e saiu asneira ao ponto de me fazer corar. De todos os mostraram "o outro lado", Sócrates pareceu-me, ele próprio, o mais constrangido, talvez por não se conseguir libertar da espécie de limbo que criou quando recentemente passou de arrogante a humilde. Deu-me a sensação que já não consegue ser ele próprio atrás das câmaras.

 

Já neste programa d'Os Gatos, ao que parece, pela reacção da opinião pública, Sócrates ter-se-á saído muito bem, apesar de não se ter preparado - segundo ele. Já Ricardo Araújo Pereira não conseguiu fazer o boneco de Jon Stewart que possivelmente pretendia recriar e demonstrou também algumas fazes de constrangimento, nas respostas às suas piadas por parte do Primeiro Ministro. 

 

Agora, para constrangir "a sério"... giro, giro, era organizar uma pequena entrevista com esse fenómeno de humor luso de seu nome Bruno Aleixo: Entre um "então, olha aqui este jogo... qu'eu inventei" e um "iiii ca burro", certamente eu não faltaria a tal chamamento televisivo. Sem constrangimentos...



publicado por Marco Moreira às 14:05
Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

Foto © Israel Bardugo
 
Nesta foto de Israel Bardugo, podem-se ver os Judeus de Kinshasa, no Congo, a rezar o serviço nocturno de Arvit logo após o final do Yom Kipur.
 
Uma imagem semelhante à de todas as outras sinagogas em todo mundo, apesar da piada clássica sobre as sinagogas reformistas (1). A grande diferença será que nesta sinagoga, como todas as do movimento Chabad-Lubavitch, os congregantes não tiveram de pagar bilhete para participar nos serviços religiosos, ao contrário da grande maioria nos Estados Unidos e Europa.
 
Ninguém sabe ao certo como começou esta “moda” de cobrar bilhetes para os Yamim Noraim (2) , mas os responsáveis deste movimento hassidico tem a explicação para que não se pague. É simples, um Judeu não deve pagar para rezar, afinal de contas é o seu papel! Um Judeu “pertence” à sinagoga durante estes dias, seja qual for a afiliação ou condição social.
 
Há quem diga que a “moda” de cobrar bilhetes nestes dias se deve ao facto deste ser o único dia que a grande maioria da comunidade judaica global vai à sinagoga. Uma vez que não tem a “oportunidade” de fazer tzedakah (3) noutra altura, criou-se esta forma de dar este privilégio aos Judeus mais “baldas” da sinagoga.
 
Será que a moda pega em Lisboa? Eu, confesso que ouvi por trás de mim alguém dizer no fim do serviço “Então até p’ro ano”.
 
PS: Na brilhante série de Larry David “Curb your Enthusiasm”, fizeram uma paródia sobre a dinâmica da venda de bilhetes para Yamim Noraim. O movimento Chabad-Lubavitch aproveitou a deixa. Assistam aqui:
 
NOTAS:
 
(1) A piada reza assim: “Que diz à porta de um templo reformista nos Yamim Noraim?” Resposta: “Fechado para férias” [Os Judeus reformistas costumam chamar as sinagogas de templo]
 
(2) ‘Grandes Festas’ ou literalmente ‘Dias de Temor’ [Yom Kippur e Rosh Hashaná]
 
(3) contribuição monetária para caridade/justiça


publicado por Marco Moreira às 02:34
 
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